O Governo Federal selecionou 14 cidades do RS para o Programa Brasil Saudável

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Fábio Rodrigues-Pozzebon/Agência Brasil

OI Rio Grande do Sul tem 14 das 175 cidades identificadas pelo Governo Federal para cobertura Programa Brasil Saudável. Estas iniciativas visam eliminar ou reduzir, como problemas de saúde pública, 14 doenças e infecções que impactam mais gravemente populações em situação de maior vulnerabilidade social.

No Rio Grande do Sul, município Bento Gonçalves, Lajeado, Movimento profundo, Novo Hamburgo, Pelotas, grande Rio, Alvorecer, Gravataí, Santa Maria, São Leopoldo, Canoa, Caxias realiza Sul, através e Porto Alegre receberão prioridade neste programa. Isso porque carregam “alta carga de duas ou mais doenças ou infecções socialmente determinadas e, portanto, são importantes na agenda de eliminação como problema de saúde pública”, afirma a nota do Governo Federal.

O trabalho de verificação dessas cidades foi realizado pelo CIEDDS (Comitê Interministerial para Eliminação da Tuberculose e Outras Doenças Socialmente Determinadas). Segundo o Governo Federal, o Brasil é o primeiro país do mundo a lançar uma política governamental com esse tema.

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Através deste novo programa, o Ministério da Saúde e outros 13 ministérios do governo federal pretendem tomar as seguintes ações:

  • Superar a fome e a pobreza;
  • Expansão dos direitos humanos e da protecção social para populações e áreas prioritárias;
  • Qualificações dos trabalhadores, movimentos sociais e sociedade civil;
  • Incentivar a inovação científica e tecnológica para diagnóstico e tratamento;
  • Ampliação da infraestrutura e medidas de saneamento básico e ambientais.

Com base nestas directrizes, espera-se que os grupos mais vulneráveis ​​tenham um menor risco de adoecer e que as pessoas afectadas por doenças e infecções possam receber tratamento adequado, com custos mais baixos e melhores resultados através de uma rede de profissionais e serviços de saúde.

Entre 2017 e 2021, as mazelas sociais foram responsáveis ​​pela morte de mais de 59 mil pessoas no Brasil. O objetivo é que a maioria das doenças possa ser eliminada como problemas de saúde pública, incluindo:

  • Malária
  • Doença de Chagas
  • Tracoma
  • filariose linfática
  • Esquistossomose
  • Câncer
  • Geo-helmintíase
  • Além de cinco infecções de transmissão vertical (sífilis, hepatite B, doença de Chagas, HIV e HTLV).
  • Também cumpre as metas da OMS em matéria de diagnóstico, tratamento e redução da transmissão da tuberculose, da lepra, da hepatite viral e do VIH/SIDA.

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Lançar

O lançamento deste programa foi marcado pela assinatura de um decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Saúde, Nísia Trindade. A assinatura foi realizada em recepção do Diretor-Geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, no Brasil.

Por meio dessa iniciativa, o país estabeleceu um marco internacional, alinhado com a OMS, com as metas globais estabelecidas pela ONU (Organização das Nações Unidas) por meio dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da Agenda 2030 e da iniciativa da OPAS (Organização Pan-Americana). Saúde) para eliminar doenças na América.

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