Mais duas pessoas são presas pela morte de uma mulher durante suposto ritual em cemitério do RS, diz polícia | Rio Grande do Sul

Um homem foi preso no domingo em um suposto centro religioso onde uma mulher morta fazia ritual — Foto: Fernando Ramos/Formigueiro REAL

Além disso duas pessoas foram presos preventivamente no domingo (11) sob a acusação de participação no morte de uma mulher em um cemitério Formigueirona região central do Rio Grande do Sul. A polícia não revela as identidades das pessoas envolvidas.

As circunstâncias da morte ainda são investigadas pela Polícia Civil, mas a principal linha de investigação aponta para um suposto ritual que teria sido realizada pelos presos. Acredita-se que os dois homens detidos sejam líderes religiosos que participaram no início do ritual.

Em comunicado, a defesa dos três presos afirmou ter “confiança na sua inocência face às circunstâncias apresentadas”. Leia a nota completa abaixo. A reportagem ainda pede a defesa do outro preso.

Segundo a polícia, o marido e o filho da mulher morta eles também estavam no cemitério no momento de sua morte, mas eles permaneceram do lado de fora. Eles foram interrogados pela polícia e posteriormente liberados.

Segundo a polícia, a mulher teria sido amarrada a uma cruz e espancadamas a polícia pretende investigar mais aprofundadamente estas circunstâncias.

As investigações agora tentam descobrir se outras pessoas passaram pelo mesmo suposto ritual.

“Continuamos a investigação, porque é tudo muito recente. Vamos apurar se esse procedimento foi constante, se já tinha sido feito com outras pessoas”, afirma o delegado.

Cemitério de Formigueiro, onde mulher foi morta durante suposto rito religioso — Foto: Fernando Ramos/Formigueiro REAL

Segundo o delegado, o ritual começou em uma casa destinada a esse tipo de prática. Os espancamentos teriam começado no local. A mulher foi então levada ao cemitério, mas voltou para casa e finalmente voltou ao cemitério.

Durante a segunda visita ao cemitério, quando a mulher morreu, o filho e o marido foram orientados a ficar do lado de fora, aguardando o término do ritual. Surpresos com o tempo que havia passado, entraram no local e encontraram a mulher morta, amarrada a uma cruz.

“É com profunda seriedade e compromisso com a justiça que comunicamos publicamente a nossa posição em relação ao recente caso envolvendo nossos clientes.

Após análise diligente e escuta atenta aos relatos dos envolvidos, decidimos conscientemente assumir a defesa de apenas três dos quatro arguidos, Jubal dos Santos Brum, Nayana Rodrigues Brum e Larry Chaves Brum. A nossa escolha recai sobre aqueles em quem depositamos a nossa confiança na sua inocência nas circunstâncias apresentadas.

Refira-se que, dada a fase inicial da investigação, reconhecemos a possibilidade de outras partes envolvidas poderem ser indiciadas durante o julgamento.

Reiteramos firmemente o compromisso dos nossos clientes de cooperar plenamente com as autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei. Seguimos unidos em favor da transparência e da imparcialidade no processo jurídico, na busca incansável pela verdade e pela justiça.

Dra. Márcia Pereira da Silva, Dra. Liégy Pereira da Silva Meneghetti e Dra. Ediani da Silva Ritter”

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