Camarada preso por morte pessoal é acusado de feminicídio no RS

Homem morto por não aceitar o fim do relacionamento, segundo o deputado. A denúncia destaca que a qualificação de má motivação foi incluída na denúncia porque Alexsandro tinha sentimento de pertencimento à vítima. A causa da morte de Débora foi asfixia mecânica.

“Há prova da paternidade e existência dos factos através de elementos de informação na fase inquisitorial”, declarou a juíza Anabel Pereira, da Comarca de Montenegro, encarregada de acolher a denúncia.

Após a notificação, o réu terá dez dias para responder à cobrança. Alexsandro está preso preventivamente na Penitenciária Estadual de Canoas I, informou a Justiça gaúcha. UniversoA advogada Daniela Schneider Couto, que representa os acusados, declarou nesta sexta-feira (9) que a defesa “só divulgará manifestação após a entrega do boletim de ocorrência e a conclusão completa do inquérito policial”.

O julgamento ocorre em segredo perante os tribunais.

Lembre-se do caso

Uma câmera de segurança da rua dos pais da vítima registrou o momento em que o corpo de Débora foi deixado no local. A morte da mulher foi confirmada nesta sexta-feira (26).

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