Prefeitura de Canoas continua trabalhando para reparar danos causados ​​por tempestades

No fim de semana, assim como nesta segunda-feira, prosseguiram os trabalhos de reconstrução nas cidades afetadas pela tempestade da noite de terça-feira passada, especialmente em várias cidades da região metropolitana da capital. Em Canoas, no domingo, agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente realizaram 17 ações de poda em árvores que bloqueavam estradas e localizadas em linhas de energia.

Esta ação foi realizada em diversas áreas da cidade. Bombeiros ajudam a derrubar uma grande árvore na Jalan Pelotas, no bairro Mathias Velho.

As obras de reparação do telhado do Hospital Nossa Senhora das Graças também continuaram no fim de semana e nesta segunda-feira, com o bloco cirúrgico afetado pela chuva. A previsão é que os reparos sejam concluídos até a tarde desta terça-feira. A instituição continua atendendo normalmente pacientes urgentes e emergentes. Aqueles que necessitam de cirurgia são imediatamente encaminhados ao Hospital de Emergência.

A maioria das cidades normalizou o fornecimento de eletricidade. O Hospital Universitário utiliza geradores para fornecer energia elétrica, devido à instabilidade da rede.

A Prefeitura anunciou que está desenvolvendo uma série de medidas para ajudar pequenos e grandes empresários da cidade que sofreram prejuízos com o temporal. Esta acção visa evitar novas perdas e manter um desenvolvimento económico equilibrado.

Os impactos causados ​​pela tempestade incluem a perda de estoques de eletricidade que necessitam de eletricidade para conservação e a impossibilidade de os funcionários chegarem ao seu local de trabalho. Também houve danos ao patrimônio da empresa e cancelamento de serviços.

Gravataí

No final de semana, a Prefeitura de Gravataí acionou uma força-tarefa de 300 funcionários para dar continuidade aos reparos necessários na cidade. A ação divide a cidade em 12 regiões, para entregar mais de 2 mil peças.

Oito equipes são responsáveis ​​pela poda de árvores, três equipes são responsáveis ​​pela limpeza do ambiente e das estradas; quatro caminhões foram equipados com garras para remoção de entulhos e equipes se concentraram na coleta dos entulhos. Segundo o último levantamento da Defesa Civil, o temporal que atingiu a cidade na madrugada desta quarta derrubou 2 mil casas, arrancou 550 árvores e danificou 50 postes e 45 escolas. Onze pessoas continuam desabrigadas.

Esta segunda-feira, os serviços de saúde voltaram à plena normalidade. Devido à tempestade ocorrida na semana passada, pelo menos nove unidades de saúde não receberam água, pelo que os serviços de saúde tiveram de ser paralisados. Serviços de urgência e emergência, como a UPA e o Hospital Dom João Becker, continuam prestando atendimento à comunidade, além de serviços especializados.

A situação mais complicada continua preocupando a Unidade Básica de Saúde São Judas Tadeu, que não tem teto e limita os serviços. Os serviços médicos, de enfermagem e odontológicos são mantidos, além da verificação de sinais vitais. Não há serviços como vacinação, curativos, retirada de pontos e administração de medicamentos e inalações.

Sem água na última sexta-feira, a USF Érico Veríssimo fez a limpeza da unidade na manhã de segunda-feira, retomando o atendimento à tarde. Da mesma forma, com questões relacionadas à água, a USF Itacolomi retomou os serviços de saúde, assim como a UBS Cohab A, que enfrenta escassez de energia elétrica, mas permanece aberta e oferecendo serviços, mediante disponibilidade.

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Em Viamão, a Prefeitura anunciou, em nota, que a CEEE Equatorial entraria na Justiça para buscar indenização aos consumidores. “Diante da prolongada escassez de fornecimento de energia, que atinge milhares de moradores de Viamão desde o dia 16, tomamos medidas judiciais e entramos em contato com a Agência Estadual de Regulação Delegada de Serviços Públicos do Rio Grande do Sul (AGERGS) solicitando providências com respeito aos serviços da CEEE Equatorial”, dizia a nota.

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