O Cruzaltense foi vítima de um feminicídio e uma criança ficou gravemente ferida.

A guarnição PM6357 foi acionada por meio do Centro Regional de Atendimento de Emergência da Rua Firmino Taveira Cruz, São Judas.

Ao chegar ao local, estiveram presentes o Sargento Externo (PM3440) e a Guarnição Centro-Norte (6476).

A Equipe de Sargentos Externos abriu a porta da residência e encontrou grande quantidade de sangue no chão, o quarto foi escaneado e a porta do quarto foi fechada.

Com isso, a verbalização partiu do homem, posteriormente identificado como autor do crime, que estava na sala.

Depois disso, a polícia, com a ajuda de um escudo balístico, abriu a porta e ordenou que o homem saísse da sala, que atendeu imediatamente às ordens da polícia.

Após a retirada do agressor do quarto, foi realizada uma busca no local do ocorrido, e foi encontrada a faca utilizada no crime, que estava em sua mochila e ainda coberta de sangue.

Vale ressaltar que diversas pessoas estavam em frente à residência, com a intenção de linchar o homem, que foi algemado e levado à Delegacia de Polícia Civil, garantindo assim sua integridade física.

Em seguida, o Sargento Externo da Guarnição dirigiu-se ao Pronto Atendimento da Barra, onde foi informado da morte de FLÁVIA DE PAULO CARVALHO em decorrência de ataque com arma perfurocortante no peito.

Também foi informado que o filho de Flávia chegou ao local com ferimentos graves causados ​​por arma perfurocortante, e teve que ser transferido para o hospital Ruth Cardoso, com ambulância de acompanhamento, devido ao seu estado grave.

Além disso, foi coletado relato do criminoso que relatou que conversou no celular da companheira com outro homem e fez o que fez, e que machucou a criança ao atrapalhar.

Os órgãos autorizados, a Polícia Civil e a Polícia Científica, foram chamados ao local para a realização dos procedimentos cabíveis.

A Guarnição Municipal (3.182) preservou o local até a chegada do corpo, além de coletar relatos de três testemunhas do ocorrido.

Diante desses fatos, a guarnição encaminhou o autor primeiro ao Instituto de Perícia Geral para realização de perícia e, em seguida, à Delegacia de Polícia Civil.

Refira-se que até ao final deste procedimento não foi possível obter mais informações sobre o estado de saúde da vítima de 10 anos porque se encontrava sob tratamento médico e apenas lhe foi comunicado que a situação era grave.

Fonte Polícia Militar de SC

Jornal Razão.

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