Após ações do DPE/RS, em Viamão, família conseguiu registrar a morte de um homem desaparecido em 2019


Desde outubro de 2019, a família de Carlos Eduardo do Prado tenta encerrar a sua história. Esta semana, isso finalmente se tornou possível.

O homem, desaparecido em setembro daquele ano, ficou sem certidão de óbito e sem enterro digno. Os familiares tiveram que se dirigir à Defensoria Pública do Hospital, em Viamão, para pegar os documentos e depois se despedir.

Carlos, que trabalhava como motoboy em uma pizzaria, foi dado como desaparecido após sua moto ser encontrada abandonada em uma estrada da Zona Sul de Porto Alegre. Perto dali, quase dois anos depois de a família ter relatado o seu desaparecimento, um corpo foi descoberto e testes de ADN confirmaram que era dela.

Somente em outubro de 2022 a certidão de óbito foi assinada por um legista do Departamento Médico Legal (DML). Porém, no final de dezembro do mesmo ano, a família teve que ser atendida pela Defensoria Pública porque houve um erro nos documentos emitidos, o que impossibilitou o registro da certidão de óbito – o endereço de Carlos era o endereço do local. .de ossos e não a sua casa.

A decisão sobre o pedido da família para adiamento do registro do óbito veio no final da semana passada: o juiz responsável pelo processo determinou que a certidão de óbito correta deve ser emitida pelo Cartório de Registro Civil de Viamão e os ossos também devem ser liberados. aos familiares. O documento foi divulgado e entregue ontem à família. Mais de 4 anos depois de seu desaparecimento, esta tarde, familiares puderam se despedir de Carlos.

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